A vida traz uma diversidade de possibilidades,marcadas é claro pela existência e pela historicidade da pessoa.A pessoa ao nascer é marcada de um modo ou de outro pela família e pelas pessoas que circulam com influências esse período da infância.ninguém tem que ser como ou da forma como os primeiros influenciadores querem que seja,ninguém tem que seguir os programas deixados em sua mente,ninguém tem que seguir o roteiro impregnado em sua mente pela família embora, sirva ,é claro, como um modelo que todos precisam ter para existir.
Há um momento de identificação e esta deve servir como possibilidade de ter um exemplo para que consoante ao desejo da própria pessoa ele crie sua trajetória,ele crie sua escolha,seu roteiro de vida...Nada rígido,nada exageradamente flexível mas,na "boa medida".Essa boa medida só é possível quando se permite fluir as nuances de seu próprio desejo...criação do seu próprio destino,trazendo é claro as marcas de um passado que serve como um orientador e nunca um determinador.
É preciso dar margem a sua própria imagem por mais que esta nasça com base na imagem de um outro que a princípio nutre a possibilidade de um encontro simbiótico mas que deve à medida da existência se diferenciar para haver.O indivíduo só há quando se desgruda ou desfaz essa simbiose... talvez de início necessária...porém a posteriori muito danosa enfim,disfuncional ou patológica.O outro pode ser um espelho que possibilite ao indivíduo começar a perceber-se como existente mas, para o haver esse espelho deve ser quebrado no sentido da possibilidade de espelhar o novo....o encontro com o novo...Um novo que realce um ser próprio embora marcado por semelhanças...pois ninguém deve ser cópia de ninguém...E este é o preço que pagamos para existirmos:A LIBERDADE.A liberdade,esse livre arbítrio amiúde obscuro mas que nos é apresentado como uma condenação pois, por mais que se faça, de modo algum se pode fugir deste marco, nascido de várias marcas do passado que é a liberdade e...Liberdade é se permitir romper com as correntes que nos convida à simbiose.No mundo existem várias possibilidades e na escolha de uma deixamos milhares para tras embora escolhas feitas em um dado momento possam ser reavaliadas e transformadas...deixando é claro suas marcas positivas ou negativas ou apenas marcas...Experiências vividas e sentidas no corpo e na alma.
O ser em certo momento depara-se com o Haver e aí de modo algum é um Haver qualquer mas um HAVER que é por si a própria condenação...DELE ninguém ,por mais que faça, pode fugir:O SER HUMANO HÁ!Esta é a LEI!
Na vida o que marca o ser humano definitivamente é essa LEI e, assim sendo, ele em seu HAVER pode exercer o que é peculiar somente ao ser humano:O REVIRAR.Ninguém é obrigado a aceitar passivamente as coisas,ninguém é obrigado a aceitar aquilo que se impõe a ele mesmo sem ele desejar...Portanto ele pode revirar e este revirar o permite criar.
O ser é o ser da criação que gera posiibilidades que lhe satisfaçam e, é preciso abrir-se a este processo, de modo saudável ,uma vez, que este revirar é da ordem do funcional,do saudável,da inovação,da criatividade.Se não fosse esse REVIRAR a humanidade estaria nas trevas,na barbárie,nas cavernas literalmente;logo, este REVIRAR favorece à ciência á medida que a mesma só foi possível por essa insatisfação do ser que faz as coisas revirarem.
Exercer esse revirar assertivamente é o que pode tornar o ser um indíduo da ordem da magnificência,da ambição saudável,da admiração ao invés da inveja...Do vibrar com o alcance de suas metas,ideais,anseios e desejos.
A educação,a Empresa e instituição precisam imprescindivelmente dar-se conta deste processo humano que elicia possibilidades de modo algum reprodutoras de fatores obsoletos mas,sobretudo de inovação,de dar margem e acesso à inovação,à criatividade,às inteligências múltiplas,à inteligência emocional,à saude e qualidade de vida,à gestão participativa,à educação permanente em detrimento da dita educação continuada,à narrativa,à escuta do cliente e este fenômeno só é possível quando há o REVIRÃO!
É preciso uma cultura de inovação na sociedade,nas Empresas,Nas instituições(Escolares,hospitalares,Políticas,Jurídicas etc).Desta forma é preciso uma gestão do conhecimento que contemple esse vértice da LEI,do HAVER e do REVIRÃO.Enfim de um novo código ou de uma metodologia clínica psicoterápica que viabilize essa instância(New code integrativo,com base em diversas ferramentas psicológicas)
Contrate este serviço e dê uma Guinada nos processos de Gestão de Equipes, Gestão Empresarial ou Gestão institucional ou ainda de Formação em desenvolvimento gerencial.
Contato:(21)81947566
Mostrando postagens com marcador Haver. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Haver. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 14 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Essa tal Felicidade...
A existência humana é marcada por processos que muitas vezes ficam ocultos,como uma certa defesa.Entrar em contato com o oculto na realidade é entrar em contato com o surpreender-se com as nossas potencialidades e, isto, às vezes é assustador pois, desde de cedo fomos levados a cumprir papéis mais para agradar os outros e nos afastamos de nosssos desejos,sendo levados a sustentar o desejo do outro,como sendo nossos e nos alienamos.
existir na realidade expressa estar fora,em algum lugar tropeçamos nas palavras,e elas nos parecem estranhas a nós mesmos e, é aí que surge algo que de certo modo nos revela...É justamente nesse escorregar da palavra que há uma oportunidade de aparecer uma verdade que pode acender uma luz...talvez modesta até porque a felicidade em si ela é dessa ordem...desejar é alcançar a posibilidade de nunca realizar por completo algo pois, mal alcancemos um desejo eis que surgem faltas que nos levam a desejar algo para além deste e, assim vai a vida...é desta felicidade que ao mesmo tempo que perseguimos nos afastamos pois alcançá-la seria nos paralizar,sucumbir e todo ser ao mesmo tempo que busca essa tal felicidade tem receio de alcançá-la pelo menos por completo até por que inexiste esse completo tão sonhado e tão temido.Talvez existir seja entrelaçado por essa impossibilidade pois, justamente a vida é movimento e se...a felicidade plena se alcança o que iremos por de combustível para continuarmos sonhando ou melhor dizendo desejando.deixar de desejar gera angústia(A falta da falta)É ...é preciso nos depararmos com a falta para continuarmos a viver... E desejar só tem um sentido que nos fere e nos põe vivo que é sempre desejar...parar esse movimento é perigoso e muito arriscado ,uma vez ,que sem falta... de modo algum há movimento,de modo algum há vida até por que vida é da ordem do desejar constante.Que objeto é este que perseguimos às vezes sem saber?Que coisa é essa que tanto buscamos?Às vezes sofremos nessa busca constante...Às vezes temos a ilusão de que o encontramos e, de repente, ele nos escapa...por que sempre escapará mas, sempre o encontramos em outro lugar :quando nos permitimos ressignificar mas ,de fato e de direito ele sempre nos é obscuro,nem luz que se acende a mostrá-lo inteiro nem escuridão que não o faça aparecer de relance...ele(aquilo que tanto anseiamos)está aí a nos fazer desejar,desejar,desejar...E, um dia talvez, percebamos que essa felicidade de modo algum reside num absoluto prazer mas, é da ordem da felicidade modéstia que... de jeito algum nos freia em uma totalidade, tampouco, nos deixa na superficialidade...
Mas, nos assujeita ao nosso próprio desejo que nos faz surpreender com aquilo que desconhecíamos de nós mesmos.E, é alí ,quando nos exilamos que aparece a verdade de que somos...um constante devir,um revirar,de jeito algum um revirar qualquer...mas um revirar que nos surpreende... apontando sempre um futuro, ao invés, de nos cristalizarmos no passado...por que sempre há um deixar vir,uma abertura ao novo, sem ser de novo...simplismente um novo olhar,um constante desejar... Pois que...Este tal de absoluto de modo algum haverá...o que se pode encontrar então é esta tal de modéstia felicidade que de modo algum se aprende...se surpreende no haver,pois do haver ninguém pode fugir ,uma vez, que só ele há.Sem início e sem fim...Sem absoluto...apenas HÁ...
existir na realidade expressa estar fora,em algum lugar tropeçamos nas palavras,e elas nos parecem estranhas a nós mesmos e, é aí que surge algo que de certo modo nos revela...É justamente nesse escorregar da palavra que há uma oportunidade de aparecer uma verdade que pode acender uma luz...talvez modesta até porque a felicidade em si ela é dessa ordem...desejar é alcançar a posibilidade de nunca realizar por completo algo pois, mal alcancemos um desejo eis que surgem faltas que nos levam a desejar algo para além deste e, assim vai a vida...é desta felicidade que ao mesmo tempo que perseguimos nos afastamos pois alcançá-la seria nos paralizar,sucumbir e todo ser ao mesmo tempo que busca essa tal felicidade tem receio de alcançá-la pelo menos por completo até por que inexiste esse completo tão sonhado e tão temido.Talvez existir seja entrelaçado por essa impossibilidade pois, justamente a vida é movimento e se...a felicidade plena se alcança o que iremos por de combustível para continuarmos sonhando ou melhor dizendo desejando.deixar de desejar gera angústia(A falta da falta)É ...é preciso nos depararmos com a falta para continuarmos a viver... E desejar só tem um sentido que nos fere e nos põe vivo que é sempre desejar...parar esse movimento é perigoso e muito arriscado ,uma vez ,que sem falta... de modo algum há movimento,de modo algum há vida até por que vida é da ordem do desejar constante.Que objeto é este que perseguimos às vezes sem saber?Que coisa é essa que tanto buscamos?Às vezes sofremos nessa busca constante...Às vezes temos a ilusão de que o encontramos e, de repente, ele nos escapa...por que sempre escapará mas, sempre o encontramos em outro lugar :quando nos permitimos ressignificar mas ,de fato e de direito ele sempre nos é obscuro,nem luz que se acende a mostrá-lo inteiro nem escuridão que não o faça aparecer de relance...ele(aquilo que tanto anseiamos)está aí a nos fazer desejar,desejar,desejar...E, um dia talvez, percebamos que essa felicidade de modo algum reside num absoluto prazer mas, é da ordem da felicidade modéstia que... de jeito algum nos freia em uma totalidade, tampouco, nos deixa na superficialidade...
Mas, nos assujeita ao nosso próprio desejo que nos faz surpreender com aquilo que desconhecíamos de nós mesmos.E, é alí ,quando nos exilamos que aparece a verdade de que somos...um constante devir,um revirar,de jeito algum um revirar qualquer...mas um revirar que nos surpreende... apontando sempre um futuro, ao invés, de nos cristalizarmos no passado...por que sempre há um deixar vir,uma abertura ao novo, sem ser de novo...simplismente um novo olhar,um constante desejar... Pois que...Este tal de absoluto de modo algum haverá...o que se pode encontrar então é esta tal de modéstia felicidade que de modo algum se aprende...se surpreende no haver,pois do haver ninguém pode fugir ,uma vez, que só ele há.Sem início e sem fim...Sem absoluto...apenas HÁ...
Marcadores:
Desejo,
Haver,
Surpreender...
Assinar:
Postagens (Atom)

